Polícia Federal usa inteligência digital para derrubar reis do tráfico de drogas

Em 2020, a Polícia Federal apreendeu mais de 1,2 bilhões de reais em bens. Como? Visando núcleo financeiro de seus alvos e desmantelando as organizações que constituem perigo para a sociedade.

No passado, a Polícia Federal se concentrou na apreensão de grandes carregamentos de drogas que atravessavam rotineiramente pelas fronteiras do Brasil. Isto certamente ajudou a manter enormes quantidades de cocaína e outros narcóticos ilícitos fora da cadeia de abastecimento, mas estas apreensões nunca levavam aos que estavam no topo da pirâmide - os reis do tráfico que controlavam as operações, não apenas no Brasil, mas em todo o mundo.

Porém, tudo isso mudou em 2015, quando o Comissário Elvis Secco, um investigador veterano de 24 anos no cargo e ex-agente da Polícia Federal, foi solicitado a chefiar o GISE (Grupo Especial de Investigações Sensíveis), uma equipe especial dedicada à investigação de grandes organizações criminosas.

Secco sabia que seriam fundamentais: a Inteligência Digital (DI); os dados acessados e coletados de fontes como smartphones, computadores e nuvem; assim como o processo pelo qual as agências acessam, gerenciam e aproveitam os dados para executar suas operações de forma mais eficiente. Entretanto, transformar sua organização para cumprir esta nova missão, demandaria tempo, tecnologia, treinamento e uma revisão completa de como as investigações contra os traficantes de drogas eram realizadas, mas Elvis Secco era um homem focado em sua missão.

Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=Ei2tCOo75M4